Hoje olhando para o mar não consegui enxergar a mesma beleza que tantas vezes já enxerguei. Não que ele tenha perdido sua beleza, a beleza continua lá, a beleza se perdeu dentro de mim, a tristeza já não me deixa ver beleza em mais nada.
As lagrimas que caem turvam minhas vistas e a solidão cada vez mais feroz vai se alimentando de tudo que ainda há de bom em mim, e por vezes se torna a minha única companheira.
Sinto o peito vazio como se tudo em mim morresse, e único sentimento que ainda habita em mim é essa tristeza maldita que me devasta por dentro e faz-me sentir minimamente viva. Sou agora um corpo que anda, que vaga com um coração que ainda cisma em bater compulsivamente.
Fico esperando um último suspiro, um leve e doce suspiro de alivio, sem medos ou arrependimentos.
E o mar continua ali, com ondas e pensamentos que vão e que vem, e com toda sua beleza que tantas vezes vi que tantas vezes me fez sorrir, mas que agora não me diz nada, só o que resta é uma leve nostalgia do que já vivi ou pensei viver.
Por tantas vezes pedi ou quis pedir socorro, mas não sei se alguém me ouviu, ou se alguma vez me fiz ouvir, mas hoje olhando pra essas aguas sei que ninguém pode me trazer o alivio que eu preciso, só eu poderei dar descanso a esse corpo cansado, a esse peito vazio e essa tristeza profunda que sinto em minha alma.
Hoje não sei se quero estar mais tão só, cansei dessa solidão que me atormenta. Cansei de viver ilusões, falsos sorrisos, falsas alegrias. Cansei das alegrias engarrafadas, enlatadas, imprensadas. Tudo que um dia eu quis foi sentir algo pleno e verdadeiro que hoje sei não existir.
Agora tudo que quero é partir, partir sem adeus, sem medo, sem lagrimas, sem deixar vestígios. Partir sem deixar saudades nem tristezas, pois a partida pode ser transformada em simples alivio pra quem sofre. Abandonar sem dor essa vida, esse mundo, esse mar!
As lagrimas que caem turvam minhas vistas e a solidão cada vez mais feroz vai se alimentando de tudo que ainda há de bom em mim, e por vezes se torna a minha única companheira.
Sinto o peito vazio como se tudo em mim morresse, e único sentimento que ainda habita em mim é essa tristeza maldita que me devasta por dentro e faz-me sentir minimamente viva. Sou agora um corpo que anda, que vaga com um coração que ainda cisma em bater compulsivamente.
Fico esperando um último suspiro, um leve e doce suspiro de alivio, sem medos ou arrependimentos.
E o mar continua ali, com ondas e pensamentos que vão e que vem, e com toda sua beleza que tantas vezes vi que tantas vezes me fez sorrir, mas que agora não me diz nada, só o que resta é uma leve nostalgia do que já vivi ou pensei viver.
Por tantas vezes pedi ou quis pedir socorro, mas não sei se alguém me ouviu, ou se alguma vez me fiz ouvir, mas hoje olhando pra essas aguas sei que ninguém pode me trazer o alivio que eu preciso, só eu poderei dar descanso a esse corpo cansado, a esse peito vazio e essa tristeza profunda que sinto em minha alma.
Hoje não sei se quero estar mais tão só, cansei dessa solidão que me atormenta. Cansei de viver ilusões, falsos sorrisos, falsas alegrias. Cansei das alegrias engarrafadas, enlatadas, imprensadas. Tudo que um dia eu quis foi sentir algo pleno e verdadeiro que hoje sei não existir.
Agora tudo que quero é partir, partir sem adeus, sem medo, sem lagrimas, sem deixar vestígios. Partir sem deixar saudades nem tristezas, pois a partida pode ser transformada em simples alivio pra quem sofre. Abandonar sem dor essa vida, esse mundo, esse mar!

