Um Pequeno Conto de Amor
Já passava da meia noite quando ele chegou à casa de Ana, sua porta estava entreaberta, o que fez estranhar já que Ana morria de medo de tudo. Ela jamais deixaria a porta aberta àquela hora.
Da sala via-se a porta do quarto aberta, ele se aproximou e viu seu corpo nú sob a cama. A luz da lua que entrava pelo feixe da janela ilumina suas curvas perfeitas.
Ele gritou, gritou por Ana. No fundo sentia-se culpado, seus gritos eram forte, de dor e pesar.
Ana em fim cumprira sua promessa, tirou a própria vida por não ter o amor de Paulo, um amor que embora ela tivesse ela nunca conseguiu sentir.
Pobre Paulo, só agora vendo ela sobre a cama percebeu o quanto a amava. Como foi estúpido com ela e com ele.
Agora ele pensava no que iria fazer da sua vida sem sua doce e delicada Ana. E ainda carregar sozinho a culpa por essa desgraça.
Chorou, logo ele que nunca chorava, chorou e se viu sozinho. Não havia quem viesse lhe socorrer, quem ouvisse seus gritos de dor.
Ficou ali sentado olhando para Ana, com as lembranças que corroíam sua mente. E eram muitas as lembranças boas sobre ela. Ele ficou ali sem se dar conta que o dia já clareava.
Horas se passaram até que ele tomasse uma decisão. Foi até o telefone e chamou a emergência.
Quando os enfermeiros chegaram viram não um mais dois corpos nus sobre a cama.
Ele havia se matado para viver com Ana em outra vida.
Um amor que jamais se concretizou.
Ana jamais pertenceu a Paulo. Porem nem um nem outro jamais haviam se entregado a mais ninguém.
Já passava da meia noite quando ele chegou à casa de Ana, sua porta estava entreaberta, o que fez estranhar já que Ana morria de medo de tudo. Ela jamais deixaria a porta aberta àquela hora.
Da sala via-se a porta do quarto aberta, ele se aproximou e viu seu corpo nú sob a cama. A luz da lua que entrava pelo feixe da janela ilumina suas curvas perfeitas.
Ele ficou ali a olhando com ternura durante algum tempo, tentou se aproximar sem fazer barulho para não acorda-la. Ele adorava a observar enquanto dormia, assim ela parecia um anjo despida de todo pudor mas vestida com toda inocência, o rosto lindo e delicado se fazia mais delicado enquanto dormia e as vezes sonhava e resmungava coisas que ele nunca entendia e nem queria entender pois toda vez que a observava entrava em estado de contemplação profunda e seus resgumungos só o faziam voltar ao mundo real por questões de segundos logo voltava a admira-la. E sentia dentro de si algo que ele não conseguia compreender, um sentimento profundo que ele não sabia explicar e nem confessava ser amor.
Mas seu silêncio foi em vão, ao chegar mais perto viu seus olhos semi-cerrados, no seu corpo já não havia mais vida. Então olhou para seus pulsos cortados e o sangue que manchava o lençol, o mesmo lençol em que tantas vezes eles fizeram amor.Ele gritou, gritou por Ana. No fundo sentia-se culpado, seus gritos eram forte, de dor e pesar.
Ana em fim cumprira sua promessa, tirou a própria vida por não ter o amor de Paulo, um amor que embora ela tivesse ela nunca conseguiu sentir.
Pobre Paulo, só agora vendo ela sobre a cama percebeu o quanto a amava. Como foi estúpido com ela e com ele.
Agora ele pensava no que iria fazer da sua vida sem sua doce e delicada Ana. E ainda carregar sozinho a culpa por essa desgraça.
Chorou, logo ele que nunca chorava, chorou e se viu sozinho. Não havia quem viesse lhe socorrer, quem ouvisse seus gritos de dor.
Ficou ali sentado olhando para Ana, com as lembranças que corroíam sua mente. E eram muitas as lembranças boas sobre ela. Ele ficou ali sem se dar conta que o dia já clareava.
Horas se passaram até que ele tomasse uma decisão. Foi até o telefone e chamou a emergência.
Quando os enfermeiros chegaram viram não um mais dois corpos nus sobre a cama.
Ele havia se matado para viver com Ana em outra vida.
Um amor que jamais se concretizou.
Ana jamais pertenceu a Paulo. Porem nem um nem outro jamais haviam se entregado a mais ninguém.
4 comentários:
Muito profundo e triste, Clara! Gostei muito de suas ideias. Se todos agíssemos sempre lembrando que talvez amanhã já não tenhamos mais a oportunidade de estarmos com cada um que conhecemos, sem dúvidas, erraríamos menos, seríamos mais felizes e as relações mais completas. Mas infelizmente acho que faz parte do ser humano ser incapaz de agir assim. Estou seguindo o seu blog, se der segue o blog do qual eu participo: anoticianodiva.blogspot.com ; postamos sobre tudo, se quiser ler as minhas postagens clica em "Elis Bondim" do lado DIREITO da tela. Beijinhos!
Valeu Elis. Pode deixar que vou seguir sim. E quero ler seus textos também. Beijos e até mais.
Oba o clube das escritoras tá aumentando rsss...vou carrinpar muito rss...o texto é muito bom clara..já to vendo um livro na minha frente..
É isso aí!!! O clube das escritoras e o dos leitores aumentam sem parar!!!
Estou na área também!!!
Parabéns, Clara, esse texto do casal está incrível!!
Bjos!
Claudio Fonzi
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