Hoje prefiro calar-me a pronunciar palavras malditas, ou mal ditas. O silêncio por vezes se faz absolutamente necessário durante esse processo de autoconhecimento. É o momento onde devemos percorrer na solidão os caminhos tortuosos que nos levam para dentro de nos mesmos, mesmo sabendo que a dor e a angustia iram emergir inevitavelmente vindo com força e sem piedade surgindo entre gritos e lágrimas. Mas de nada ira adiantar se durante esse processo se anestesiar pra tentar fugir dos próprios pensamentos e sentimentos que vem a tona sem cessar.
É chegado agora o momento do silêncio que chegam como raios em questões fundamentais, existenciais e a loucura e a sanidade, a fantasia e a realidade, o desejo de vida e de morte caminham juntos o tempo inteiro. Nada mais complicado do que entrar em si mesmo e explorar o seu próprio mundo com uma visão mais realista se dissolvendo das fantasias criadas ao longo da vida pra fugir do que ficou pra trás.
Hoje não sei se quero isso, a dor é tão cruel quanto necessária durante esses dias e perturba, machuca e entristece. Essa tristeza que me acompanha desde o dia em que nasci e que hoje é a companheira mais intensa, perturbadora e amigável que me resta. É quase como costume que a aceito e já não sei se saberia viver sem ela por perto.
O desejo pela morte ou do silêncio eterno e absoluto me atrai, pois a grande graça da vida é saber que ela acaba e tudo acaba com ela. Pensamentos, desejos, faltas, dor, tristeza, alegria, saudade, sentimentos, tudo se vai.
Hoje os sentimentos estão todos conturbados dentro de mim, já não consigo lembrar como era, o que fui e o que senti durante tantos anos, parece que agora sou outra e essa outra eu não sei quem é. Revisando sentimentos, perguntando ao silêncio e ouvindo pensamentos fico tentando saber quais das minhas personalidades faz parte de mim nesse exato momento. Quais fragmentos meus estão fazendo parte de mim. Tudo parece loucura e ao mesmo tempo tão racional.
E é por isso que devo calar-me nesse momento. Devo ficar em mim com meus pensamentos apenas pra descobrir sem medos ou preconceitos quem realmente sou e o que realmente quero.
É chegado agora o momento do silêncio que chegam como raios em questões fundamentais, existenciais e a loucura e a sanidade, a fantasia e a realidade, o desejo de vida e de morte caminham juntos o tempo inteiro. Nada mais complicado do que entrar em si mesmo e explorar o seu próprio mundo com uma visão mais realista se dissolvendo das fantasias criadas ao longo da vida pra fugir do que ficou pra trás.
Hoje não sei se quero isso, a dor é tão cruel quanto necessária durante esses dias e perturba, machuca e entristece. Essa tristeza que me acompanha desde o dia em que nasci e que hoje é a companheira mais intensa, perturbadora e amigável que me resta. É quase como costume que a aceito e já não sei se saberia viver sem ela por perto.
O desejo pela morte ou do silêncio eterno e absoluto me atrai, pois a grande graça da vida é saber que ela acaba e tudo acaba com ela. Pensamentos, desejos, faltas, dor, tristeza, alegria, saudade, sentimentos, tudo se vai.
Hoje os sentimentos estão todos conturbados dentro de mim, já não consigo lembrar como era, o que fui e o que senti durante tantos anos, parece que agora sou outra e essa outra eu não sei quem é. Revisando sentimentos, perguntando ao silêncio e ouvindo pensamentos fico tentando saber quais das minhas personalidades faz parte de mim nesse exato momento. Quais fragmentos meus estão fazendo parte de mim. Tudo parece loucura e ao mesmo tempo tão racional.
E é por isso que devo calar-me nesse momento. Devo ficar em mim com meus pensamentos apenas pra descobrir sem medos ou preconceitos quem realmente sou e o que realmente quero.
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