Eu não sou nada, eu sou o nada, não quero nada e nem vejo nada ao olhar pra mim. Mas mesmo sendo nada eu sinto a dor e angustia que me fazem querer o nada, o fim, a morte. Dentro de mim um vazio, preenchido pela dor que mata a vontade que tive de querer ser alguém, alguém que sei que jamais serei e hoje já não importa mais. Fuji durante muito tempo da minha essência, da minha angustia, do meu nada. Hoje sei que essa fuga foi inútil, pois todos os caminhos me levam para o nada. A única coisa que tenho é um coração que insiste em pulsar em meu peito, embora eu insista pra que ele não pulse mais.
Não temo a morte, admiro e às vezes a desejo. A morte é um alívio pra quem sente dor e angustia, pra quem já morreu, pois quando se é nada é nada, é a morte dos desejos, quereres e alegrias. Quando a vida se esvai o desejo da morte é inevitável. HÁ muito tempo deixei de existir, de querer existir, de entender o existir em si. Pois já não consigo ver nem ao longe um único motivo pra existir, pra querer ser e me deixar ser. Vazio! Angústia! Dor! Solidão!
Não tenho futuro, não me importo com ele, vivo e o presente e nada mais importa. Melancolia! Depressão! Tristeza! Luto! Por que me tornar nada se podia ser tudo? Por que preferir a dor ao invés de alegria? Não escolhemos, somos o que somos, sentimos o que sentimos, sentimos como e o que somos. A tristeza sempre estará ali por mais que seja encoberta por momentos felizes, comprimidos, bebidas ou outros subterfúgios. Ela sempre estará lá, não existe como fugir, como lutar, como sair.
Já vivi demais, vivi enquanto achava que podia ser algo, que podia ter futuro, enquanto me enganava ou tentava porque no fundo sempre soube que seria assim. Cansei de lutar, de fugir, de correr e me esconder. Agora paro. Não faço mais planos, apenas deixo os dias correrem sem me preocupar com nada. E assim eu vou a caminho do nada.
Não temo a morte, admiro e às vezes a desejo. A morte é um alívio pra quem sente dor e angustia, pra quem já morreu, pois quando se é nada é nada, é a morte dos desejos, quereres e alegrias. Quando a vida se esvai o desejo da morte é inevitável. HÁ muito tempo deixei de existir, de querer existir, de entender o existir em si. Pois já não consigo ver nem ao longe um único motivo pra existir, pra querer ser e me deixar ser. Vazio! Angústia! Dor! Solidão!
Não tenho futuro, não me importo com ele, vivo e o presente e nada mais importa. Melancolia! Depressão! Tristeza! Luto! Por que me tornar nada se podia ser tudo? Por que preferir a dor ao invés de alegria? Não escolhemos, somos o que somos, sentimos o que sentimos, sentimos como e o que somos. A tristeza sempre estará ali por mais que seja encoberta por momentos felizes, comprimidos, bebidas ou outros subterfúgios. Ela sempre estará lá, não existe como fugir, como lutar, como sair.
Já vivi demais, vivi enquanto achava que podia ser algo, que podia ter futuro, enquanto me enganava ou tentava porque no fundo sempre soube que seria assim. Cansei de lutar, de fugir, de correr e me esconder. Agora paro. Não faço mais planos, apenas deixo os dias correrem sem me preocupar com nada. E assim eu vou a caminho do nada.
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