Escrevendo a dor
A dor que sou
Que me faz e me desfaz
Que me leva pra fora de mim
E me devolve ao que sou.
Essa dor que grita e esvazia a alma
Que geme na solidão, no vazio do espaço.
A dor que dilacera que queima que sangra.
A dor que sinto que não sinto
Que torna tudo em vazio.
Já não sei se sou se quero ser.
Já não sei ao certo se quero viver,
Nem ao menos sei se vivo.
Sinto, sonho, me calo, fujo.
Olho e vejo o vazio, o buraco, caio.
Ando por cima de fantasias, e desventuras,
Sinto o real imaginário. Sangra a ferida.
Escrevo, apago, reescrevo rasgo.
Invento, reinvento, trago.
Crio, recrio, minto.
Grito bem alto para o vazio na solidão.
Choro sem lágrimas, choro vazio, choro confuso.
Não, não quero ser mais nada.
Não, não sou mais nada,
Não tenho essa ilusão.
Morte morrida? Morte matada?
A dor que sou
Que me faz e me desfaz
Que me leva pra fora de mim
E me devolve ao que sou.
Essa dor que grita e esvazia a alma
Que geme na solidão, no vazio do espaço.
A dor que dilacera que queima que sangra.
A dor que sinto que não sinto
Que torna tudo em vazio.
Já não sei se sou se quero ser.
Já não sei ao certo se quero viver,
Nem ao menos sei se vivo.
Sinto, sonho, me calo, fujo.
Olho e vejo o vazio, o buraco, caio.
Ando por cima de fantasias, e desventuras,
Sinto o real imaginário. Sangra a ferida.
Escrevo, apago, reescrevo rasgo.
Invento, reinvento, trago.
Crio, recrio, minto.
Grito bem alto para o vazio na solidão.
Choro sem lágrimas, choro vazio, choro confuso.
Não, não quero ser mais nada.
Não, não sou mais nada,
Não tenho essa ilusão.
Morte morrida? Morte matada?
Não, só a morte da alma.
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